11/02/2021 – Uma pequena mudança pra melhor

Ontem foi… um dia pesado. Eu finalmente não aguentei mais a pressão, e fui atrás do meu chefe. Expliquei que não dava mais, que tudo o que eu tinha que fazer era demais pra mim. Acho que ele finalmente me levou a sério.

Depois de uma conversa curta, eu consegui que ele me autorizasse a delegar uma tarefa pra outra pessoa, ou, mais propriamente, outra equipe. Precisei montar um manual completo sobre essa tarefa em questão, mas não foi tão demorado assim. Em mais ou menos uma hora, eu tinha um manual pronto com todas as outras informações que eu já tinha em outros lugares.

Enviei o manual para o líder da equipe em questão. Ele tentou arrumar algumas desculpas (não pela primeira vez), mas dessa vez não teve conversa. Simplesmente expliquei que podia me pedir quando precisasse tirar dúvidas, mas que eu não faria mais o trabalho pra eles.

Vamos ver se agora as coisas melhoram um pouco. Ainda estou exausta, mas um pouco mais otimista. Vamos ver o que o futuro nos reserva.

Até a próxima!

03/02/2021- Mais um dia daqueles…

Mais um dia daqueles bem longos acabando…

O dia começou bem, tendo que dar duas horas de treinamento pra um cliente. Eu odeio dar treinamento. Sério, odeio. Ainda mais quando eu me preocupo em passar materiais de leitura com vários dias de antecedência e a pessoa não tira um momento pra dar uma olhada. Tem horas que eu nem sei porque eu perdi tempo criando esses materiais. Ainda bem que pelo menos gosto de escrever.

Depois disso, o de sempre, fazendo uma coisa aqui, outra ali, outra acolá, até a hora do almoço. Opa, legal, vou ter uma horinha de descanso. Ledo engano. A horinha de descanso foi interrompida depois de dez minutos por um cliente desesperado que só precisava de uma ajudinha, coisa de dois minutos. Dei a ajudinha. Mas depois tinha outra. E mais outra ainda, pera só um pouquinho. Nessa brincadeira, perdi metade da minha hora de almoço, e o colega que deveria cobrir meu intervalo, claro, não fez nada.

Voltei do almoço daquele jeito. Amanhã, ainda tenho que fazer um serviço que nunca fiz na vida, e ainda continuar fazendo todo o resto sozinha. Olha… tem horas que dá vontade de pedir as contas, viu. Eu gosto de trabalhar, e até pouco tempo atrás, gostava do meu emprego, mas está demais. Sou uma só, e parece que eu tenho que fazer tudo, viu? Ou talvez a pandemia está me deixando mais estressada, mas não sei o que fazer.

E sim, eu já falei com meu chefe. Nada mudou. Alguém a fim de me contratar pra dar banho nos elefantes do circo? Eu sou boazinha, não vou maltratar os grandões!

Bom, por hoje chega. Vou tentar postar algo mais interessante e menos deprimente da próxima vez.

26/01/2021 Stress…

Hoje foi um dia daqueles. Muita gente entrando no chat de suporte onde trabalho logo cedo, serviços complicados, e muito pouca colaboração da parte do colega de trabalho que estava comigo.

Hoje tive que me dividir em quatro: atendimentos em tempo real no chat, tickets, emails e atendimentos via whatsapp. E ainda por cima justo hoje meus pais resolveram querer vir aqui trazer um pedaço de melancia. Tive que explicar várias vezes que não tinha tempo nem de ir à varanda pegar. Eu amo meus pais de paixão, sério, mas tem horas que eles me dão vontade de gritar.

Pra complicar, eu ainda resolvi finalmente cancelar o meu cartão de crédito hoje. Bom, um deles. A pandemia está tornando comprar por impulso atraente de novo, e eu não tenho condições de ficar gastando mais do que ganho a cada mês.

Não foi uma conversa agradável. Nem um pouco. Eu entendo que o trabalho do atendente é me convencer a manter o cartão, mas ufa! Tive que responder várias vezes perguntas sobre se eu realmente queria cancelar. Sim, eu queria. Tem certeza? Tenho. Mas e se você precisar? Eu tenho outro. Mas por que não quer ficar com esse também? Estou gastando muito. É a anuidade? (Também é.) Não, não é a anuidade. Mas e a pandemia? É parte da razão. Posso fazer alguma coisa pra você continuar tendo um bom relacionamento coma gente? Pode. Pode cancelar o cartão. Caramba. (O caramba eu não falei)

Finalmente consegui cancelar. Agora é esperar a próxima fatura, pagar, e me livrar disso. E torcer pra eu conseguir parar de gastar por impulso no outro cartão – que, felizmente, tem um limite bem menor.

2021 e o caso da exaustão sem fim

Oi, pessoa!

Estou por aqui de novo, embora um pouco mais tarde do que esperava. A ideia era escrever algumas vezes por semana, mas… não sei se vai rolar.

Ainda estou me perguntando se 2020 realmente acabou. Fiquei de folga por duas semanas, na época de Natal e Ano Novo, e dormi a maior parte do tempo. Depois de tanto dormir, eu deveria estar descansada, certo?

Errado. Muito, muito errado.

Estamos na terceira semana do mês (tive que olhar no calendário, porque nem isso meu cérebro está conseguindo contar) e já estou morta. Chego ao final de cada dia numa profunda exaustão, querendo fazer nada além de dormir. E tenho tanta coisa a fazer… tenho dois blogs a manter atualizados (este aqui e um em inglês), tenho a casa pra cuidar, tenho mais pais pra dar atenção, tenho meu projeto de crochê, e tenho emprego a procurar.

Emprego a procurar? Ué, mas você não trabalha? Trabalho sim… estou há quase dez anos na mesma empresa – entrei no final de Março de 2011. É bastante tempo fazendo o mesmo trabalho, e às vezes eu sinto vontade de mudar. O problema – bom, um deles – é que eu não sei o que eu quero fazer. Eu sei o que eu não quero fazer: a mesma coisa que tenho feito há quase dez anos. Trabalhei esse tempo todo com atendimento ao cliente, e simplesmente não dá mais. Eu queria mesmo um trabalho que me pagasse para escrever, mas vamos convir, né. Não é muito provável que eu encontre um. Então, me resta pensar em algo menos exaustivo.

Eu tô cansada. Tô irritada. Tô deprimida uns dias e maníaca nos outros. Sei que minha namorada está frustrada porque ela não pode me ajudar a largar esse emprego. E nem eu quero isso. Quero ter fuck you money. Mas não sei como fazer um extra. Não quando eu mal consigo ficar acordada.

Sei lá.

Hoje é feriado. Vou descansar, pensar, talvez conversar com meu velho. Pedir uns conselhos. Quem sabe ele tem alguma ideia? Vamos ver…

Até a próxima!

Um blog sem tema definido

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Oi, pessoa!

Lembra de quando todo mundo tinha um blog que era nada mais que um diário virtual, onde se postava receitas, fotos de borboleta ou dos sapatos que comprou, ou besteiras sobre o que fez no fim de semana? Eu lembro, e tenho lá como esquecer?

Pois é, aqueles foram, pra mim, os anos dourados dos blogs. Foi onde eu comecei, e onde conheci uma porção de gente super legal. Ainda mantenho contato com algumas dessas pessoas.

Eu sei que não vou conseguir trazer esses tempos de volta, mas não custa tentar, né? Ou pelo menos tentar reviver essa magia pra mim. É isso que eu vou tentar fazer aqui no blog. Escrever sobre coisas à toa, sobre o dia-a-dia, sobre basicamente qualquer coisa aleatória a meu respeito, a respeito das coisas que faço, cozinho, experimento, leio, escrevo, vivo, vejo e estudo.

Não sei quanto tempo isso vai durar, mas que seja eterno enquanto dure… Ou alguma coisa do tipo.

Até a próxima!